A Greve das Universidades Federais 2012 já atinge em torno de 42 Universidades e Instituições Federais espalhadas por todo o Pais, mas saber tudo sobre a greve é algo um tanto quanto complicado, visto que em breve o País irá passar por um processo de eleição, ou seja, quanto menos se souber da Greve e menos souber sobre o que os professores reivindicam é melhor, para não gerar insatisfação com o atual Governo. Mas neste artigo você saberá quais Instituições estão em greve e também um pouco sobre quais os desejos que são reivindicados pelo movimento.

Greve das Universidades Federais 2012

A Greve das Universidades Federais 2012 já atinge em torno de 42 Universidades e Instituições Federais espalhadas por todo o Pais, mas saber tudo sobre a greve é algo um tanto quanto complicado, visto que em breve o País irá passar por um processo de eleição, ou seja, quanto menos se souber da Greve e menos souber sobre o que os professores reivindicam é melhor, para não gerar insatisfação com o atual Governo. Mas neste artigo você saberá quais Instituições estão em greve e também um pouco sobre quais os desejos que são reivindicados pelo movimento.



A Greve das Universidades Federais 2012 já está atingindo em torno de 71% das universidades federais de todo o País, ou seja, das 59 universidades que estão vinculadas ao governo Federal, em torno de 42 Universidades estão em estado de Greve decretada pela classe dos professores. A greve teve início no dia 17 de maio após muito “vai e vem” dos sindicatos ligados às Universidades.

O movimento conta contou recentemente com a paralisação dos professores por parte da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), a reconhecida UnB (Universidade de Brasília), a Universidade Federal Fluminense (UFF), outra Universidade decisiva no movimento a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), que até então resistira ao movimento, e também a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Dentre as Universidades que logo entraram em greve e de grande impacto no movimento foi a UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) e também a UFPB (Universidade Federal da Paraíba). Ainda fazem parte do movimento de paralisações Instituições Federais espalhadas por todo o país.


Ficam sem aula milhares de alunos espalhadas por todo o Brasil, onde compromete todo o sistema de aprendizado e desregula o calendário previsto para este ano de 2012, veja a lista completa de Universidades e Instituições que aderiram ao movimento:
1. CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica) de Minas Gerais
2. FURG (Universidade Federal do Rio Grande)
3. IFMG (Instituto Federal de Minas Gerais)
4. IFPI (Instituto Federal do Piauí)
5. Instituto Federal e Tecnológico do Sudeste de Minas Gerais
6. UFAC (Universidade Federal do Acre)
7. UFAL (Universidade Federal de Alagoas)
8. UFCG (Universidade Federal de Campina Grande)
9. UFERSA (Universidade Federal do Semi-Árido) – Mossoró
10. UFES (Universidade Federal do Espírito Santo)
11. UFG (Universidade Federal de Goiás) – Campus Catalão
12. UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora)
13. UFLA (Universidade Federal de Lavras)
14. UFAM (Universidade Federal do Amazonas)
15. UFMA (Universidade Federal do Maranhão)
16. UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso)
17. UFMT-RO (Universidade Federal do Mato Grosso / Rondonópolis)
18. UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto)
19. UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará)
20. UFPA (Universidade Federal do Pará /Central)
21. UFPA (Universidade Federal do Pará /Marabá)
22. UFPB (Universidade Federal da Paraíba / Cajazeiras)
23. UFPB (Universidade Federal da Paraíba)
24. UFPB-PATOS (Universidade Federal da Paraíba / Patos)
25. UFPE (Universidade Federal de Pernambuco)
26. UFPI (Universidade Federal do Piauí)
27. UFPR (Universidade Federal do Paraná)
28. UFRA (Universidade Federal Rural do Amazônia)
29. UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
30. UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
31. UFRO (Universidade Federal de Rondônia)
32. UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
33. UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
34. UFS (Universidade Federal de Sergipe)
35. UFSJ (Universidade Federal de São João Del Rey)
36. UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)
37. UFU (Universidade Federal de Uberlândia)
38. UFV (Universidade Federal de Viçosa)
39. UFVJM (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri)
40. UnB (Universidade de Brasília)
41. Unifal (Universidade Federal de Alfenas)
42. Unifap (Universidade Federal do Amapá)
43. Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)
44. Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco)
45. UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
46. Universidade Federal Fluminense (UFF)
47. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
48. Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Saber tudo sobre a Greve das Universidades Federais 2012 é um tanto quanto complicado, visto que o Governo Federal através da Mídia tenta de certa forma “Abafar” o movimento, visto que o país em breve irá passar por um processo eleitoral, ou seja, a Greve prejudica de certa forma a aprovação e satisfação com o governo vigente.

Entretanto, sabe-se que a classe dos professores preiteiam um reajuste salarial de 4% prometidos no ano passado pelo Governo que ainda não foram cumpridos, mas os motivos da greve vão além desse reajuste salarial, a classe pleiteia um Plano de Cargo e Carreira, e ainda uma carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.



Segundo declarações do MEC ( Ministério da Educação) a greve foi precipitada, porém precipitação não é algo que deve-se afirmar com tanta precisão, visto que todo esse movimento poderia acabar via uma intervenção governamental, porém, esse mesmo governo tem “Doutorado”  quando o assunto é greve, visto que o antecessor da presidência da República e “Padrinho” da atual presidenta do País possui o forte Know How quando o assunto é Greve, pois era líder em muitos dos movimentos dos Operários anos atrás.