Conheça a grife de Maiôs da nadadora Fabiola Molina; a atleta veste a maioria das competidoras brasileiras e já realiza exportações para fora do país

Grife de Maiôs

Conheça a grife de Maiôs da nadadora Fabiola Molina; a atleta veste a maioria das competidoras brasileiras e já realiza exportações para fora do país



Grife Fabiola Molina

As nadadoras profissionais agora têm motivos de sobra para entrar nas piscinas ainda mais bonitas. Os representantes de grife Fabiola Molina, levam cerca de 300 peças para as competições e chegam a vender metade, segundo os fabricantes. Fabiola Molina é uma das mais queridas e mais conhecidas nadadoras brasileira. Aos 36 anos, a beldade virou referencia na área da moda. Ela é a dona da grife que veste as atletas que representam o Brasil na natação. No troféu Finkel, em Belo Horizonte, os modelos confeccionados pela grife, estão sendo vendidos no evento.

O recorde de vendas foi no torneio da base. “A maioria das vendas é feita em competições. Vendemos 300 maiôs de quinta a domingo. Em São Paulo, a gente ainda atende nos clubes.  E tem volume internacional bom pela internet. Hoje em dia a maioria veste Fabiola Molina, acho que chega a 90%”, disse Vinícius Saturno, filho de Zezé, principal vendedora da marca.


Além dos maiôs, a grife também comercializa sunquínis e sungas para competição. A sunga é a que menos vende, mas os modelos femininos vestem várias atletas do Brasil, como a Flavia Delaroli, Tatiane Sakemi, Joanna Maranhão, Tatiana Lemos e Carolina Mussi. Antigamente, os maiôs eram escuros, sem nenhum detalhe. Hoje, podemos encontrar modelos coloridos, com bolinha, listras entre outros. “A gente vive mais na piscina do que em qualquer lugar. E mulher tem vaidade de querer estar bonita. Por ser atleta, sei o grau de conforto necessário também”, explicou Fabiola, que garante que além da beleza, as peças também são confortáveis.

História

Os primeiros contatos de Fabiola com a moda foram aos 19 anos, quando a mãe de uma amiga começou a estilizar os maiôs e, depois, veio a ideia do sunquíni. “Todo mundo trinava de maiô. Depois, ia no clube ou na praia e estava com aquela marca horrível branca na barriga. Começamos a fazer peças com alças finas e menores e todo mundo adorou”, conta Fabiola.



Em 2004, a nadadora passou a produzir e centralizar todo o processo de fabricação. As três primeiras máquinas foram instaladas na varanda da casa da família. Aos poucos o negócio foi dando certo e, agora, Fabiola possui 20 funcionários trabalhando para ela, com uma demanda internacional via internet.

FONTE: UOL