Muito buscado pelo termo Gypsy 100, a foto chocante que está na internet trata-se do pitbull Gypsy, vítima das cruéis rinhas de cães.

Gypsy 100

Muito buscado pelo termo Gypsy 100, a foto chocante que está na internet trata-se do pitbull Gypsy, vítima das cruéis rinhas de cães.

Gypsy 100

Gypsy 100

São vários os termos que são pesquisados no Google diariamente, alguns por necessidade de conhecimento, outros a procura de entretenimento, diversão, humor ou até mesmo fatos assustadores, nojentos ou inusitados. O fato é que alguns termos trazem resultados um pouco chocantes, com imagens fortes, que representam acidentes, torturas, ou algo semelhante. Um dos termos que tornou-se bastante pesquisado foi Gypsy 100, o termo mostra uma imagem bastante chocante, de um cachorro da raça pitbull com muitos ferimentos no focinho e em seu rosto.

Gypsy

Esse cão ficou conhecido devido a essa horrível foto de seus ferimentos, Gypsy é um pitbull vítima das rinhas de cães, “competições” realizadas através das brigas de cachorros, onde ambos sempre saem muito feridos, quando não acabam mortos.

As fotos são reais, e trazem um sentimento de pena e angústia, de ver um animal tão ferido e com certeza sentindo bastante dor. Mostram Gypsy no dia em que foi resgatado, e graças a ajuda de pessoas boas ele conseguiu se recuperar desse mundo tão cruel, que é o das rinhas de cães.

Quem resgatou o cão Gypsy, fez uma carta simbólica falando um pouco do que ele estaria sentindo. É realmente de cortar o coração, mas o importante é que no final ele acabou bem, recuperado e hoje está muito saudável. Confira:

Carta de Gypsy

Eu fui usado como cão-de-briga para um esporte dos humanos, despedaçado por lutar contra outros cães e então jogado à beira de uma estrada, deixado para morrer como se fosse uma pilha de lixo. Uma velhinha me encontrou e, quando ela olhou para mim, vi o horror estampado em seu rosto. Eu vi o puro amor nos olhos dela e, embora eu estivesse à beira da morte, senti quando ela me pegou no colo e me colocou no carro. Eu estava tão doente de infecções, febre, necrose e ferimentos… por que ela se importaria?

Ela me levou a uma clínica veterinária e ligações foram feitas para uma certa Joann para saber se ela poderia cuidar de mim. Eu ouvi quando a dra. Lowery disse: “Sim, eu posso tentar”. Então vieram cobertores quentes, agulhas anti-sépticas, vozes sussurradas. Havia anjos ali. Alguém estava rezando. Uma pessoa chamada Cindy pousava sua mão sobre mim e me pedia para ficar. Eu não podia comer. A infecção estava por toda parte, meu rosto estava se decompondo. Então eles tiveram que tirar minha perna. O dr. McLean parecia tão triste. Então Myra veio e ficou comigo. Quando ela tentou sair, eu chorei. Eu não queria ser deixado sozinho. Eu não queria morrer sozinho.

Joann e Doug vieram e me abraçaram. Eu não sabia o que era um abraço até então. Eu não entendia o que era o amor ou o que era ter alguém se importando com você. Eu fiz muitas cirurgias desde então. Uma viagem de carro do Tenessee até uma outra clínica. Meus lábios tinham caído, assim como parte do meu nariz. Um outro médico consertou meu rosto. Ernie me chamava carinhosamente de “Frankencão”. Pessoas de todo o mundo mandaram dinheiro, rezaram e falaram sobre cães-de-briga e pessoas crueis. Falaram sobre abuso.

Obrigado a todos por me amarem. Agora eu tenho um propósito.

Com amor,
Gypsy

Fotos