Ter conhecimento de primeiros socorros em Caso de Afogamento é de vital importância, pois essa pode ser a diferença em salvar uma vida ou perdê-la, por isso este artigo mostra como o procedimento pode ser realizado para que você possa fazer a diferença.

Primeiros Socorros – Afogamento

Ter conhecimento de primeiros socorros em Caso de Afogamento é de vital importância, pois essa pode ser a diferença em salvar uma vida ou perdê-la, por isso este artigo mostra como o procedimento pode ser realizado para que você possa fazer a diferença.



A necessidade de sabermos primeiros socorros é de extrema importância, pois tal conhecimento pode salvar vidas em determinadas situações de sua vida, como por exemplo em afogamento.

O afogamento é uma causa bastante corriqueira, a uma taxa bastante elevada de pessoas que sofrem afogamento todos os anos, portanto é de vital importância que sem conheçam métodos de primeiros socorros em casos de afogamento. Embora pareça algo muito complicado, na realidade não é, basta seguir alguns procedimentos relativamente básicos e você poderá evitar que um avida seja perdida. Abaixo segue uma lista de procedimentos numeradas em ordem para que você possa se lembrar de maneira bastante intuitiva e fácil, fazendo a diferença em um momento de vida ou morte por causa de afogamento.


Procedimentos

1. Acalmar a vítima, fazendo-a repousar e aquecê-la substituindo roupas molhadas por roupas secas, casacos, cobertores e ainda, bebidas quentes

2.  Deve-se manter a vítima deitada em decúbito dorsal deixando a cabeça de lateralizada ou até da própria vítima afim de que não ocorra aspiração de líquidos pela mesma.



3. Caso o afogado inconsciente seja deixado sozinho, ele deve ser colocado em posição de recuperação mantendo o corpo apoiado em posição segura e confortável,  também deve impedir que a língua bloqueie a garganta para facilitar a saída de líquidos.

Procedimentos em casos específicos

1. Desobstruir as vias aéreas através da extensão do pescoço , da retirada do corpo estranho e da tração mandibular atentando sempre para a possibilidade de trauma cervical.

2. Em vítimas com parada respiratória, proceder com famosa respiração boca-a-boca com o objetivo de manter a oxigenação cerebral.


3. Em vítimas com PCR, efetuar a RCP em casos que o tempo de submersão seja desconhecido ou inferior a uma hora.